APÓCRIFO POEMA

 

réptil voa fuselagem sequestro

relâmpago destro asa lâmina em brasa

três vezes ao dia cápsulas

cópula ato revolto

solta a voz em dissonante canção

vertente do medo ao molho pardo

perdoa esse meu atrabiliário

modo de seR/vir e de sem ti

achar que convém perder(-me)

 

vou afora ágil ajo

rapto VOLÚPIA estranhamente tua

vileza incerto revide desarma-se

desalmado meu ódio captura

ideogramas estruturas ósseas ouço

Bach no esconso da minha cela óbvio

ovni risca em meu olho apócrifo pOeMa

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