MAGDA

como era branquinha

pétala

sorriso amarelado e alcoólico

 

dela

exalavam fragilidades

e uma existência lunar

 

de percorrer fases

de subentender frases

de transmutar faces

 

de um segundo a outro

 

assustada em arder bocejava:

 

sensação de não ser

nada

 

 

 

 

 

 

LUCINA

rompe a barra

de véu e grinalda

pingando pérolas

em brancas nuvens

 

almiscarada

roda ciranda

no meio da rua

cheia de intenções

passa distraída

pisando desastrada

 

e num passe súbito de valsa

desajusta minha órbita

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